Dentro da cultura dos katukinas e kaxinawás, encontramos a conhecida “vacina do sapo” – chamada de kambô ou kampô ou kampu. É uma resina natural, de caráter medicinal, retirada de um sapo que vive na Amazônia.
Ela foi descoberta pelo povo da floresta e é usada como proposta de vacina por nativos da Amazônia, para prevenção e combate a doenças. Sua aplicação é realizada sobre a pele e transportada rapidamente para todo o corpo pelos vasos linfáticos.
De nome científico Phillomedusa bicolor, a vacina contém a substância peptídeos analgésicos, que algumas versões indicam ter o poder de fortalecer o sistema imunológico, destruindo micro-organismos patogênicos. há uma variação dos locais de aplicação desta.
Os indígenas indicam a vacina para qualquer distúrbio e desequilíbrio, pois afirmam que purifica o sangue por meio da eliminação das impurezas. É também usada sem qualquer sintoma, apenas para reforçar a imunidade, ou seja, preventivamente.
Inúmeros relatos dos nativos descrevem que após a aplicação da vacina ocorre um estado de conscientização e clareza de pensamentos, assim como sensação de harmonia e de felicidade. Há ainda a indicação de ocorrência regular de sonhos, melhora da percepção e da intuição e fortalecimento da autoestima.


